19/02/2009 21:32
Ano novo... vida nova...
2009 entrando... se bem que já faz um tempão que o ano começou.
Infelizmente o ritmo ainda não está como deveria...
Dessa vez haverá muito a se fazer: terminar a IC, começar o mestrado, pegar as aulas da licenciatura e do mestrado...
Às vezes não sei se vou mesmo conseguir dar conta, mas vou tentar. Em horas assim, guardo as palavras do meu finado mestre de capoeira: "Nunca diga 'eu não consigo', mas sim 'eu posso tentar'". Este ano quero convencer a mim mesmo de que eu tenho solução para coisas que há muito tempo não consigo mudar.
Pra 2008 eu desejei fazer as coisas qeu eu não consegui fazer em outros anos: como aprender a nadar e uma língua, que foi o alemão. Hoje eu já não morro mais afogado, perdi uns quilinhos com a natação e consegui aprender um pouco de alemão.
Bem, pra esse ano, desejei ser uma pessoa melhor, não importa em que sentido. Em todos, talvez. Ser mais responsável, ser mais maduro, ser mais compreensível e ser compreendido mais, sonhar mais. Sinto que ainda há mil caminhos a serem trilhados, e que é difícil escolher. Espero apenas que eu me encontre em um desses caminhos, seja ele qual for.
Nunca me dei tanta bola assim, mas esse ano tentarei ser um pouco mais meu amigo...
Muita coisa já se passou até agora, e talvez muita coisa que esteja por vir ainda seja nova pra mim e eu não esteja preparado. Mas sempre fica o desejo de avançar, de prosseguir e vencer. Seisso vai acontecer... bem... agora talvez só dependa de mim.
Vida, ainda que tardia.
P.S.: Tentei abrir o único recado que me deixaram no post passado, mas não consegui. Eu gostaria de lê-lo, por isso, quem o colocou lá, pode colocar nesse post só pra eu ver, plz ???
Bis bald Leute !!!!
enviada por £oco(\/)orti§
27/10/2008 18:29
Olá querido amigo diário...
Como sempre me permeei na dúvida de como seria um filho meu, hoje não mais me pergunto isso, pois agora eu sei.
Minha filha seria assim:
http://makemebabies.com/viewbaby.php?bid=7214658
Já meu filho seria assim:
http://makemebabies.com/viewbaby.php?bid=7214902
Toda história tem um fim...
qual será o fim desta ?
enviada por £oco(\/)orti§
27/10/2008 18:16
Filhos....
Olá querido amigo diário...
Como sempre me permeei na dúvida de como seria um filho meu, hoje não mais me pergunto isso, pois agora eu sei.
Minha filha seria assim:
http://makemebabies.com/viewbaby.php?bid=7214658
Já meu filho seria assim:
http://makemebabies.com/viewbaby.php?bid=7214902
Toda história tem um fim...
qual será o fim desta ?
enviada por £oco(\/)orti§
24/09/2008 15:19
Pensamentos
O que dizer quando há um mundo de idéias na sua cabeça?
Em que se apoiar quando não mais se tem o chão?
O que pensar quando a cabeça não aguenta mais tamanha a pressão?
O que fazer quando não há mais perspectivas ?
...
Coisas do tipo me fazem pensar sobre mim, sobre minha vida e sobre como ela será daqui pra frente.
...
Ontem tive talvez a conversa mais séria e mais triste de toda a minha vida. Não é fácil ouvir certas coisas, assim como também não é fácil fazer certas escolhas, ainda mais quando estas não dependem exclusivamente de você.
Amo a Alessandra muito muito muito, mas não posso forçá-la a gostar de mim. Gostaria tanto de vê-la feliz comigo, como já fomos um dia.
Agora, neste exato momento, seguro uma torrente de lágrimas sobre meu rosto, ao lembrar das coisas que foram ditas. Estas não foram ditas rispidamente, ao contrário. Mas às vezes, as palavras que mais machucam e mais magoam, podem ser ditas docemente.
Eu sei o que eu quero, e sei muito bem. Sei disso há exatos 4 anos, quando a vi pela primeira vez no IQ, quando falei com ela pela primeira vez (depois que ela e a Agnes tinham acabado de ver UNDERWORLD), quando nos beijamos pela primeira vez (no corredor da antiga sala de informática). Já sabia muito bem o que queria quando, embaixo do finado abacateiro, nos abraçamos, nos beijamos e senti faíscas percorrerem todo o meu corpo. Faíscas seguidas de um frio intenso, seguidas de um amor intenso.
Que ela seja feliz seja com quem for: comigo ou com outro. Mas desejo a felicidade dela.
Pode ser um pensamento egoísta, mas ainda quero nos ver felizes juntos.
Tantos sacrifícios são feitos em prol das escolhas que fazemos !!! Pra esse caso não seria nem um pouco diferente. Eu abriria mão de muitas coisas que desejo, para poder ficar com ela.
Talvez ela nunca leia estas linhas, pois não vou pedir a ela para que faça isso.
...
Amadurecimentos são sempre difíceis. Quando vim pra cá, já mudei muito em comparação a vida que antes eu levava em São Paulo (uma vida desinteressada e talvez sem perspectivas). Agora ela está passando por algo assim também.
A coisa que eu mais desejó no mundo é estar ao lado dela agora, lá na Alemanha.
Ela sabe muito bem que minhas intenções são boas, e que nunca quis magoá-la, como já aconteceu tantas vezes. Porém, de boas intenções, o inferno já está cheio, infelizmente.
Não tenho como desejar nada mais para ela além de felicidade...
O amor também tem dessas coisas.
Talvez, a partir do post de hoje, escreverei sobre amores antigos que tive (desde o primeiro beijo até agora), para que essas memórias não se percam no tempo. Quem sabe assim, se ela ler estas linhas algum dia, talvez ela acabe confirmando que nem tudo é um mar de rosas.
O amor dói, e dói muito !
enviada por £oco(\/)orti§
18/02/2008 17:47
The return of the Living Dead
Meu Deus!!!!
Há quanto tempo não escrevo aqui!!!
Venho desta vez para dizer-lhes que o começo de 2008 já não começou muito fácil. Decidi fazer um intensivo de alemão, que durou 2 semanas, com seis horas de aula por dia!!! Foi bem trabalhoso, mas valeu a pena. Pretendo, ao longo do semestre, fazer o Alemão 2.
Decidi também aprender a nadar!! Depois de tanto tempo, decidi tomar vergonha na cara e entrar num curso de iniciação à natação, juntamente com a Alessandra. Ela, contudo, já sabe nadar, e a intenção dela, além de me acompanhar, é melhorar seu jeito de nadar.
Na natação acabei encontrando um velho amigo, da época do ETAPA: Marcelo. Fiquei até meio surpreso pelo fato de vê-lo lá, mas enfim, foi legal também.
Nas férias também decidi fazer algumas coisas na iniciação também.
As coisas estão andando bem... eu acho. Consegui me inscrever para o congresso da Sociedade Brasileira de Química. Até lá espero ter conseguido fazer mais alguma coisa do meu trabalho de IC... apesar do pouco tempo que terei.
Tantas coisas por fazer, em tão pouco tempo.
Andei olhando algumas oportunidades de concursos, estágios e afins... mas é tudo tão específico. Quando penso que uma porta se abriu para mim, logo ela se fecha. Isso às vezes me deixa um pouco chateado.
...
Embora quisesse estar com a minha família e "aproveitar" as férias, descansando bastante e fazendo as mesmas coisas de sempre, dessa vez decidi mudar um pouco.
Pelo amor de Deus, esse ano tem que ser um pouco diferente dos outros, pois cansei-me de sempre ficar no "quase" ou no "queria ter feito, mas não fiz".
...
Não sei, mas talvez eu tenha que encarar alguns conflitos ao invés de simplesmente fingir que eles não existem ou que logo eles passarão; ao contrário eles sempre voltam, e trazem mágoas de águas passadas, que não moveram moinhos e que, aparentemente, levaram a sujeira embora.
...
...
- Mas Hugo, não tem mais nenhum poema pra gente ler??/
- Er...bem... Não! - uma pausa latente se fez. Pelo menos não hoje.
Até tentei escrever alguma coisa, mas sem muito afinco, confesso.
Quem sabe um belo poema ainda estará por se fazer.
Esse ano será repleto de poemas, pois ficarei, por algum tempo, privado da presença da Alessandra. Assim, nos momentos de solidão, quem sabe um belo poema possa aliviar, por hora, a minha solidão, angústia e dor.
...
Feliz 2008, meus "pórficos".
enviada por £oco(\/)orti§
27/09/2007 17:55
27 de setembro de 2007
Olá mais uma vez, minha querida página negra. Realmente há muito tempo não venho por aqui.
Hoje não tenho tristezas a dizer, pois estou feliz.
Depois de 3 anos sem ir a nenhum show, ontem fui ao show do Marilyn Manson no via Funchal. Fui junto com a Alessandra, o Menandro e o Danilo. Que show aquele!!! Pena que foi muito curto.
Hoje também estou feliz porque meu irmão está aqui em Campinas comigo. Há muito tempo a gente não fazia alguma coisa diferente, e junto,ainda por cima. No sábado verei a Alessandra pra irmos ver a exposição do Manson: As flores do mal.
Vim para registrar esse pequeno momento profícuo à felicidade (risos).
Agora tenho que cumprir com outros afazeres que me tomam por hora.
Tomara que eu não precise esperar outros 3 anos pra ir pra outro show legal (risos).
enviada por £oco(\/)orti§
18/12/2006 20:28
Pequeno, adorável e querido diário (ou anuário, afinal, estou escrevendo aqui apenas uma vez ao ano).
Esse semestre foi realmente muito conturbado. Fiz a besteira de ter pêgo 8 matérias. Sim, eu sei, fui um pamonha, e ainda mais porque não tranquei nada. Reprovei em química inorgânica 3 e não tenho esperança pra infra-vermelho.
Contudo, ao menos em física 4 eu me dei bem: uma nota 8 no exame. Praticamente acertei tudo o que fiz, com exceção de uma questão de interferência.
Hoje acabei ficando um pouco "puto". Depois que a Alessandra foi embora encontrei com o Gustavo, que estava junto com a Mônica, o Renato e o irmão dele, que ele sequer fez questão de apresentar. Parece que bastou eu chegar que todos começaram a ir embora. O Gustavo, pra variar, foi dar uma puxada de saco da amiga dele na física; então cometi o erro de dizer que ele se parecia com o irmão dele. Ele ficou bravo e disse que ia me bater se eu insistisse em dizer isso, então eu disse "Se você puder, é claro!". Ele hesitou, mas acabou quase me dando uma joelhada no saco. Insisti em dizer que ele parecia com o irmão até que ele veio correndo atrás de mim, e o idiota aqui correu. Meu, eu não tinha nada que ter corrido, tinha era que ter encarado. Ele não passa de um crianção, e eu de um bosta !!!!!
É, eu sou uma bosta.
...
Além disso, ultimamente não estou conseguindo me sentir muito feliz como era antigamente... acho que desta vez realmente me acostumei a ser triste.
Nesse momento, o que eu mais desejo ardentemente é de que a Alessandra e eu pudéssemos realmente nos tornar um só.
Mas não sei, às vezes ela parece tão lonte, tão distante.
É, eu sou um bosta.
...
...
...
...lamento vir e lhe dizer coisas tão tristes. Mas espero que esse sentimento logo passe. Logo será meu aniversário, e talvez a Alessandra não leia isso até meio aniversário, que será nesta quarta feira ( hoje é segunda).
Como pedido de aniversário, gostaria de pelo menos nesse dia ambos pudéssemos sentir o maior amor do mundo. O mais puro. O mais justo. O mais verdadeiro.
Queria poder sentir os lábios e os beijos quentes, doces e macios que há tanto tempo ela me nega. Quero uma vez me sentir homem e senti-la minha mulher. Queria mais uma vez, vê-la sorrir ao estar comigo, vê-la sorrir por coisas boas que aconteceram com ela.
Ó, meu pai, será que é pedir demais?
Pois bem, esse é o meu pedido de aniversário.
Gis Revido.
enviada por £oco(\/)orti§
29/08/2006 21:00
Olá pequeno amigo!! Há quanto tempo não venho aqui pra conversarmos. Devo confessar que havia me esquecido de ti, assim como eu venho esquecendo de muitas pessoas. Até mesmo de mim venho me esquecendo de vez em quando. O mais triste de tudo isso é me sentir tão sozinho e acoado, por não sentir que terei alguém pra me ouvir quando eu chorar. Mas enfim. Pra poder desabafar, venho aqui e desaguo meus desalentos, num eco sem resposta.
Mas calma, calma. Tudo bem. Vamos tentar conversar assim mesmo.
A bronca de hoje, ou melhor, de muito tempo, é que não tenho sentido mais alegria mesmo com as coisas que eu mais gosto de fazer: ir á festas, ver os amigos, tocar guitarra.
Às vezes me sinto estranho até na hora de me encontrar com a minha namorada, pois por algum motivo, sinto como se não desse mais prazer ou alegria pra ela. Me sinto um peso.
Me sinto apenas digno de pena, por enquando. Mas ninguem tem pena de mim.
God, please, have mercy on me !!!
Escrevo estas linhas unicamente por que sei que provavelmente nem mesmo a Alessandra vai ler, pois ela já se esqueceu deste blig. Até eu já me esqueci.
Desculpe te tomar este tempo precioso, mas quando estiver novamente em crise, voltaremos a conversar.
Saio triste assim como cheguei, mas pelo menos ninguém pode me acusar por não ter tentado falar com alguém.
Alessandra, se vc ler a tudo isso, não ligue, por favor. Este foi um ato desesperado de alguém que está desesperado.
Ah, sinto falta de ler o seu blog!
Tchau pra todos.
enviada por £oco(\/)orti§
20/04/2006 21:29
Olá mais uma vez, querida folha negra de diário internético.
Hoje foi um dia como qualquer outro...
Cheguei na UNICAMP às oito, como faço de costume, e me encontrei com a Ale. Falamos um pouco, dei um beijinho nela e fui estudar um pouco. Às dez tive aula de laboratório de física ( que por sorte acabou pouco antes do meio-dia.

Belos tempos em que eu ainda me entusiasmava com minha guitarra !!!
Almocei com a Ale, conversamos mais um pouco, fomos escovar os dentes, etc e tal.
Ela foi pro laboratório e eu fui assistir TV. Pouco depois ela me encontrou por lá, falamos mais um pouco e assim fomos encontrar o pai dela, que viria buscá-la pra uma consulta que ela teria à tarde.
Depois que ela foi embora, fui até a FEA pra trabalhar um pouco e depois disso veio um certo vazio e solidão, pois amanhã nem sei ao certo se poderei vê-la, assim como no sábado... e no domingo ela vai pro sul, no meio da tarde.
Devo confessar que até gostaria de ir pra casa pra poder ver minha mãe e irmãos novamente ( principalmente minha irmã, pois não sei quando ela voltará para casa), mas é necessário ficar aqui, pois tenho outra prova na semana que vem ( química inorgânica, na terça feira, dia 25 de abril de 2006) e talvez, quem sabe, eu consiga passar um pouco mais de tempo com a Ale antes dela ir pro sul. Espero sinceramente que tudo dê certo pra ela e que ela possa desfrutar o máximo possível de Santa Maria (mesmo que não tenha muito a se fazer por lá).

Quem me dera poder sentir, por alguns minutos novamente, a sensação de estar num palco!!! Tempos que não voltam mais!!
Contudo, fica ainda uma certa tristeza aqui dentro, pois sinto que não terei uma companhia realmente agradável nesses dez dias, além de saber que, ao chegar em casa, não vai haver ninguém me esperando, como acontece quando eu volto pra Sampa... ou quando volto pra cá, pros braços da Ale.
IT'S SAD, BUT TRUE !
... o que vou fazer nesse meio tempo ( a não ser estudar) ???
enviada por £oco(\/)orti§
30/03/2006 13:36

Os dias passam...
As horas passam...
E o que sobrou de mim?
Sobraram alegrias, lembranças e tristezas
Que confundem as minhas certezas
Numa pensamento sem fim
Eu só sei que eu lamento
Por não querer causar apatia
Não fiz minha prosa
Esqueci minha poesia
Agora as minhas dúvidas
São minha única porfia.
Os lugares por onde passei
Lembravam-me cada vez mais de onde eu vim
Pois nada quero, nada espero
E em verdade estou morto ali
...
Esta foi apenas uma tentativa de escrever alguma coisa, pois só agora eu percebi que eu deixei de compor justamente porque parei de escrever (neste blog, inclusive).
Apesar do poema ser triste, ele representa apenas um estado temporário de todos os dias. Sabe aquele momento em que você fica meio deprê e que você sente vontade de fugir ou de largar tudo, ou mesmo se esconder ou nunca mais acordar? Pois é, tentei de uma maneira nada elaborada dizer tudo isso. Acho que a única parte do poema que ficou legal foi a parte em que eu parafraseei Manuel Bandeira ( os dois últimos versos). Ele era um cara que escrevia bem pra caramba. Eu queria ter metade do talento que ele tinha pra transformar os próprios sentimentos em poemas tão bonitos.
Bem, acho que a mim coube a pena de preocupar-me com dados, relatórios e tudo o mais(risos).
Mas é como já dizia o jargão popular: Ninguém carrega uma cruz tão pesada que não possa ser carregada. Tudo bem,o dito popular não diz exatamente dessa maneira, mas o que interessa é a idéia.
Gis Revido.
enviada por £oco(\/)orti§
26/01/2006 17:44
Só pra registrar o dia de hoje, vai !!! Não ando mais com tanta vontade de postar aqui no blog, mas tudo bem, vamos ver no que vai dar.
Hoje foi um dia que começou muito chato, pois não tive vontade de levantar da cama pra ir trabalhar num laboratório onde faço coisas que mais se assemelham a afazeres de dona de casa. Sei sei, completamente motivador e desafiador...
Pra completar hoje a Ale nem veio pra faculdade. Por muitas e muitas vezes ela foi o único motivo que me fez vir para cá, assim como nos outros semestres em que não precisava estar aqui.
Mas já que não tinha muito jeito, bem, fazer o quê. Afinal a Ale andava muito cansada, reclamando de dores de cabeça, além de não se sentir bem consigo mesma. Ela merecia mesmo um descanso. Um dia pelo menos, vai... Nas férias vai ser pior,pois vou ficar mais tempo afastado.
Mas voltando ao assunto, depois de uma manhã longa e de ter feito café duas vezes logo de manhã (fato raro), fui almoçar e depois do almoço decidi dar uma volta na lagoa da Faculdade de Educação Física (FEF). A lagoa é muito bonita e tem vários bichinhos (patos, lagartos, passarinhos, capivaras e carrapatos... ainda bem que eu não vi nenhuma capivara, e nenhum carrapato). A caminhada foi boa, mas a única coisa que me deixou puto foi o fato de haver apenas duas entradas pra um negócio tão grande. Nossa, quem foi o projeto de pessoa que fez tal projeto, hein. Deve ter sido um engenheirozinho medíocre qualquer por aí...
Depois disso fui até a Direção da FEF, não para reclamar as entradas que faltavam na lagoa, mas sim para saber se dava pra usar a piscina nas férias. Resposta: um sonoro NÃO. Seria perfeito nesse calor todo, mas tudo bem.
Logo irei jantar e o que me aguarda: jantar, pegar o onibus, chegar na moradia,assistir ANOS INCRÍVEIS, como eu faço religiosamente todos os dias, talvez lavar uma roupa ou outra coisa qualquer, telefonar pra minha mãe e depois dormir.
Bem, não é nada excitante, de fato, mas hoje pelo menos fiz algo um pouco diferente dos outros dias.
QUEM NÃO CÃO, CAÇA COM GATO.
Até mais para todos. E beijinhos, fofinha !!!!
enviada por £oco(\/)orti§
26/01/2006 17:40
Só pra registrar o dia de hoje, vai !!! Não ando mais com tanta vontade de postar aqui no blog, mas tudo bem, vamos ver no que vai dar.
Hoje foi um dia que começou muito chato, pois não tive vontade de levantar da cama pra ir trabalhar num laboratório onde faço coisas que mais se assemelham a afazeres de dona de casa. Sei sei, completamente motivador e desafiador...
Pra completar hoje a Ale nem veio pra faculdade. Por muitas e muitas vezes ela foi o único motivo que me fez vir para cá, assim como nos outros semestres em que não precisava estar aqui.
Mas já que não tinha muito jeito, bem, fazer o quê. Afinal a Ale andava muito cansada, reclamando de dores de cabeça, além de não se sentir bem consigo mesma. Ela merecia mesmo um descanso. Um dia pelo menos, vai... Nas férias vai ser pior,pois vou ficar mais tempo afastado.
Mas voltando ao assunto, depois de uma manhã longa e de ter feito café duas vezes logo de manhã (fato raro), fui almoçar e depois do almoço decidi dar uma volta na lagoa da Faculdade de Educação Física (FEF). A lagoa é muito bonita e tem vários bichinhos (patos, lagartos, passarinhos, capivaras e carrapatos... ainda bem que eu não vi nenhuma capivara, e nenhum carrapato). A caminhada foi boa, mas a única coisa que me deixou puto foi o fato de haver apenas duas entradas pra um negócio tão grande. Nossa, quem foi o projeto de pessoa que fez tal projeto, hein. Deve ter sido um engenheirozinho medíocre qualquer por aí...
Depois disso fui até a Direção da FEF, não para reclamar as entradas que faltavam na lagoa, mas sim para saber se dava pra usar a piscina nas férias. Resposta: um sonoro NÃO. Seria perfeito nesse calor todo, mas tudo bem.
Logo irei jantar e o que me aguarda: jantar, pegar o onibus, chegar na moradia,assistir ANOS INCRÍVEIS, como eu faço religiosamente todos os dias, talvez lavar uma roupa ou outra coisa qualquer, telefonar pra minha mãe e depois dormir.
Bem, não é nada excitante, de fato, mas hoje pelo menos fiz algo um pouco diferente dos outros dias.
QUEM NÃO CÃO, CAÇA COM GATO.
Até mais para todos. E beijinhos, fofinha !!!!
enviada por £oco(\/)orti§
19/01/2006 14:45
Olá querido leitor.
Sei que este blog está ficando cada vez mais escasso dos textos que eu escrevo.
Sei também que já tem um bom tempo que eu não componho nenhum poema ou mesmo um pseudo conto que seja. Quanto à isto, bem, vou compor alguma coisa quando estiver inspirado... ou seja, estou fadado a escrever bem menos do que eu esperava.
Mas vamos logo parar com a conversa mole, não é mesmo?
Mesmo estando no dia 19, quero desejar um feliz ano novo a você, querido leitor e amigo, que pôde desfrutar por alguns instantes dessas palavras que te escrevo com tanto apreço.
Assim como eu planejava, acabei passando o Reveillon (vulgo Heavyon) em Campinas, ao lado da minha querida Alessandra. Certas vezes odeio criar expectativas, pois normalmente elas não se concretizam. Não foi exatamente o caso.
Depois de um tumultuado natal, vim para cá (Campinas) no dia 28 de dezembro, para poder acompanhar a cerimônia das Bodas de Ouro dos avós da Alessandra. Ela estava linda, com aquela roupinha negra de chinesa. Tudo correu muito bem. O ponto alto da cerimônia foi quando projetaram na parede da Igreja uma sessão de fotos do casal em questão, em que brevemente se contava uma história de vida. Foi edificante e muito bonito. Vi lágrimas rolarem dos olhos do avô da Ale. Depois disso vieram os agradecimentos e todos que estavam na cerimônia foram embora.
No dia seguinte, dia 31, acordei bem tarde... Tive um sono merecidíssimo, já que eu chegara bem tarde em casa, na noite anterior. Passei a tarde preparando as roupas que eu iria vestir, assim como o meu almoço e outras coisas de casa, já que a minha carona ao estúdio do William viria mais tarde, por volta das 7 horas. Essa carona seria dada pela Agnes.
Depois de tudo feito, minha carona veio, como combinado, e nos dirigimos à casa da Ale, conversamos um pouco e então pegamos nossa ceia e partimos rumo ao estúdio Arte Viva.
Depois de algumas sessões de Looks could kill e de termos estacionado o carro, levamos todo o conteúdo do carro para o estúdio e começaram sem demora os preparativos para a nossa festa. A mesa estava farta e bem decorada com dois candelabros e velas. Tudo muito simples, porém bonito.

Depois de chegarem os outros posers, com exceção da Josy, que não veio por causa da chuva, começava a festa por volta das nove horas. Foram músicas e músicas atrás da outra: Franz Ferdinand, Robie Zombie, Marilyn Manson, 80`s... Instantes depois, chegavam mais pessoas (que não me eram todas conhecidas, diga-se de passagem) que puderam compartilhar de nossa humilde festa.
Passam as horas e depois de um gole ou outro, os efeitos alcoólicos começam a aparecer. Não para mim, evidentemente, já que estou tomando antibióticos, mas sim pelos que chegaram depois. Houve gritos, delírios e muita, mas muita dança, desde dança russa à Can-can e até mesmo dança do ventre masculina.
...
Depois da meia noite e de vários abraços sinceros, que desejavam um feliz ano novo, os recém chegados tinham ido embora, e os que ficaram, bem, ficaram a conversar por algum tempo e a assistir um DVD do Jackass. Risos e mais risos vieram. Desnecessário dizer.
...
Eram 6 da manhã quando fomos embora Agnes, Alessandra e eu, deixando para trás boa parte das guloseimas que trouxemos: um tender intocado, um chester praticamente inteiro e um pannetone fechado na caixa e um outro pela metade.
Às oito eu já estava em casa, desfrutando de um sono solitário, já que os outros moradores de minha casa estavam fora.
Em resumo, não fiz nada de muito diferente nesse Reveillon, mas esse foi um dos mais legais que eu tive. Mesmo não vendo os fogos de artifício brilhando no céu, pude ser uma estrela nos céus daqueles momentos tão maravilhosos que pude passar ao lado da minha linda namorada.

O resto é história e muito, muito descanso...
enviada por £oco(\/)orti§
11/01/2006 15:50
Olá a todos... ou melhor, olá mais uma vez, Alê, hehehe...
Bem, nestes últimos tempos eu ando muito de bobeira, mas de qualquer jeito, vou postar algumas coisas aqui, ainda.
Tava dando uma olhada na net e achei esse texto super legal que explica exatamente como eu tenho me sentido nesses tempos.
SOLIDÃO
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência. Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isto é saudade. Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe as vezes, para realinhar os pensamentos... isto é equilíbrio. Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... isto é circunstância Solidão é muito mais que isto... Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela nossa Alma!
Sei que a gente sempre tá junto e tal, mas isso não significa que às vezes eu não me sinta sozinho, como hj. Eu também ando um pouco carente... snif... e agora, que eu vou fazer agora,já que vc foi embora com a Agnes??? snif snif
Até mais.
enviada por £oco(\/)orti§
26/12/2005 01:06
Olá a todos!
Nossa, já faz mesmo muito tempo que não escrevo mais nada aqui.

Esse ano foi um ano de muitas dificuldades (tuberculose, brigas cada vez mais constantes entre os meus pais, a não aprovação da minha irmã no vestibular). Agora, tenho que encarar mais algumas tristezas nesse ano que está terminando:
- Um natal insosso e magro, pois não houve Peru, nem ceia, apenas pannetones, pelo menos;
- Desunião familiar, já que meu pai sequer se deu ao trabalho de passar o natal com a gente. Ele preferiu ficar zanzando rua acima rua abaixo em seu lindo Santana azul petróleo, sozinho, diga-se de passagem;
- Briga com a namorada, devido a uma mensagem no ORKUT de uma velha amiga de cursinho. Não tiro a razão dela em estar enciumada, mas sempre será muito ruim brigar com ela por coisas desse tipo. Digo apenas que, ao responder uma mensagem que ela tinha me deixado, não sabia exatamente o que falar, então disse a ela que ela estava bonita como sempre, mas não foi com segundas intenções.
Na faculdade, pelo menos este semestre, deu pra fechar todas as matérias que eu peguei (com exceção de física 3, que eu tranquei). Também fiquei feliz ao saber que meu pai comprou uma filmadora, que já está rendendo boas risadas com as palhaçadas que eu faço com os meus irmãos. Bem, meu pai preferiu comprar uma câmera do que dar uma entrada num carro que poderia ser bem mais útil, mas fazer o que? Meu pai preferiu esta coisa bem mais supérflua.
Neste ano de 2005, também passei algumas dificuldades com a Ale (como a tuberculose, que a deixou muito triste). Claro que tivemos nossos bons momentos também: a formatura dela, a sua aprovação para o mestrado, nosso primeiro aniversário de namoro, comemoramos os nossos aniversários juntinhos... Adoro estar com ela e poder vivenciar qualquer coisa, seja ela boa ou ruim, contanto que eu esteja com ela. Eu queria apenas não terminar o ano com esse clima que ficou hoje, quando brigamos por telefone. Espero que ela possa me desculpar pelo que fiz, mesmo não sendo intencional. Se bem que às vezes nem eu me entendo.
Eu costumo ser muito indeciso nas coisas que quero, mas há duas coisas em especial que eu não quero pra mim em hipótese alguma:
- Ser um filme repetido na vida da Ale.
- Agir como meu pai (com infidelidade).
Espero que o Reveillon seja bom, já que pretendo passa-lo fora de casa. Afinal de contas, este natal foi o pior de toda minha vida (eu acho).
Que essa amargura possa ficar enterrada pra sempre. Que 2006 represente uma boa mudança para todos os aspectos que foram negativos neste ano.
É, parece que a boa maré começou a ir embora. Espero que logo ela retorne.
Desde já, desejo a todos que lêem este blog (ou melhor dizendo, para a única leitora deste blog, a Ale) um feliz 2006 e que nele não hajam tantas coisas ruins como houve em 2005.
ATÉ MAIS !
enviada por £oco(\/)orti§
14/12/2005 20:07
Só pra num deixar o blog morrer de vez, decidi colocar meu avatar, hehehehe...
Té mais pra todos (logo darei notícias!)

enviada por £oco(\/)orti§
11/11/2005 22:34
Olá pra todo mundo.
Nossa, já tem muito tempo que não escrevo absolutamente nada aqui.
Confesso que realmente está difícil, não só pelo tempo, mas até mesmo porque às vezes parece que não há muito mais coisas a serem escritas aqui.
Nem tudo que vem acontecendo me inspira mais a escrever, como antes. Parece até que a cada ano que passa, tenho cada vez menos ilusões acerca de tudo. Ou pelo menos quase tudo. Às vezes tenho medo do que pode ou não pode acontecer. Às vezes pareço não me importar com coisa alguma. Isso talvez seja o pior.Mas tudo bem, isso não interessa muito agora.
Vamos tentar falar de coisas boas.
A última de que consigo me lembrar agora é do Halloween. Fui à uma baladinha de Halloween aqui em Campinas junto com a Alessandra e alguns amigos. Eu até que estava ansioso. Eu também estava com medo, pois toda a vez que fico ansioso com alguma coisa, alguma outra coisa dá errado e estraga tudo.
Depois de uma pequena complicação pra ir até a balada (que era no HANGOVER, um barzinho em Campinas), lá estava eu, cheio de esperanças de que a noite fosse boa. E assim foi. Quando eu a vi, meu Deus, o que era aquilo. Ela estava linda. Estava mais do que linda. Estava maravilhosa. Eu ainda não a tinha visto tão bonita como aquela noite. Talvez na formatura dela ela estivesse tão bonita, mas aquela noite seria diferente.
Quando chegamos ao HANGOVER, tiramos algumas fotos, encontramos com nossos amigos e começamos a conversar. Tudo isso foi acontecendo em meio a jarras de vinho e muito cigarro. Inclusive ela estava fumando. Sim, a Alessandra, minha querida Alessandra também estava fumando. Nunca tinha visto isso antes. E como estava bonita, com aquele batom vermelho, aquela pele branquinha e os seus lindos cabelos longos e negros.
Logo estava ela, ali, bêbada. E estava tão atraente. Dançava freneticamente na pista e me deu beijos que há muito tempo eu não sentia.
- Você é linda, sabia? eu disse
- Você é bobinho! ela me respondeu.
Nunca como naquela noite eu gostei tanto de ter ouvido estas palavras.
...
Depois disso, muitos vômitos vieram, não dela, mas de nossa amiga Agnes, que não conseguiu se conter e bebeu mais do que podia. Isso fez com que Alessandra passasse mal também. Houve um certo alvoroço por algum tempo. Houve preocupação.
Fiquei com medo de não mais ver aqueles olhos lânguidos de paixão no dia seguinte.
...
Aquela noite foi uma noite um tanto estranha, posso assim dizer, mas isso não significa que eu tenha gostado. Pois ela estava linda, ela estava maravilhosa. E eu pude estar com ela.
Gostaria de poder sentir muito mais vezes o que senti aquela noite. Será que ela ainda sente a mesma coisa por mim?.
Quem haverá de me dizer? Talvez ela mesma logo diga pra mim.
...
...
...
Bem, o resto são dias de escuridão profunda, pois me escondi em mim mesmo, e agora não posso mais me achar.
Blargh, às vezes eu digo coisas que nem mesmo eu sei. Faz parte.
Eu gostaria de me sentir mais vezes com a euroria daquela noite. O engraçado é que eu não fiz nada de especial. Apenas assisti a tudo. Mas ainda assim gostaria de sentir esse pulsar que há tanto tempo vem a me tentar.
Agora chega, já é tarde e já deves estar cansado.
Por hora é isso. Deixo-vos com a minha paciência.
enviada por £oco(\/)orti§
10/10/2005 21:15
Nada a declarar a não ser idéias desconexas. Às vezes parece que há uma distorção no tempo e no espaço. Parece que os dias penam pra passar, mas quando eu percebo, as semanas já se foram e eu continuo paradinho aqui, pensando na vida, enquanto ela passa. Quando isso vai terminar.
Isso me faz lembrar até mesmo uma música do JOY DIVISION
WHEN WILL IT END, WHEN WILL IT END ?
Depressões e tristezas à parte, ao menos este fim de semana fiz algo que eu nunca tinha feito na vida: participar de uma festa surpresa. Confesso que eu achei que fosse um pouco diferente, mas foi bom. Vi uns amigos, mas não pude beber, afinal, a infâmia de ter que tomar remédios pra tuberculose ainda vai me perseguir até fevereiro, dia 10. Ai, num vejo a hora de me livrar de vez desta pena que me persegue. Sinto que o fogo que já tinha se apagado está se inflamando novamente. Mas não, não quero dar alguma esperança ou criar alguma especativa, pois meu talento para a escrita piorou muito. Eu já não escrevia muito bem, e agora talvez seja muito pior. Mas pelo menos sinto que algo começa a brotar novamente desta fonte que eu pensei que tivesse secado. Enfim, estamos voltando á normalidade.
Mais alguma coisa???? Bem, acho que não. De resto só fatalidades, ops, quer dizer, banalidades.

Hasta Luego (vou dar uma folga ao GIS REVIDO !!!)
enviada por £oco(\/)orti§
19/09/2005 17:29
Olá pálidos pórficos...
Os áureos tempos dark voltaram. Comovente, não acham ?!
Sei que os deixei abandonados por muito tempo, mas devo confessar que tive muito pouco ânimo e tempo para dedicar-me à esta simples atividade de escrever.
Talvez eu ainda não tenha lhes contado, mas finalmente estou curado da tuberculose. Meus pais, irmãos e principalmente a minha namorada, ficaram muito felizes em saber que finalmente estou negativo. Sou muito grato a todos eles por terem estado comigo por todo esse tempo. E dedico também essa melhora ao meu falecido professor, que infelizmente não conseguiu prosseguir nesta luta. Que estejas bem, aonde quer que esteja, meu mestre e professor Zezinho. Eu também fiquei muito feliz em saber que estou ganhando na luta contra a moléstia que não perdoa, pelo menos assim ela era chamada no século dezenove. Agora até sinto vontade de viver de novo (hehehe), conquanto tantas dores me incomodem, pois apesar de estar negativo para a tuberculose, ainda está sendo muito difícil pra mim lidar com ela, já que o novo tratamento pelo qual estou passando é cheio de efeitos colaterais:
- Dor de estômago
-Alta sensibilidade à luz
-Náuseas
- Enjôos
- Dores no peito
- Breve falta de ar
- Coceira nos olhos.
Terei que prosseguir como um vampiro fugindo da luz por pelo menos mais cinco meses. Mas deixemos isso de lado agora, pois já me incumbi de deixa-los informados.
Este meu fim de semana foi um pouco conturbado. Tive que tirar umas cópias que precisava levar ao SAE da UNICAMP. Quase não consegui, pois encontrei apenas um xerox aberto. Mas que seja, tudo deu bem.
No domingo fui à USP leste para acompanhar a minha irmã. Ela foi entregar a ficha de inscrição do vestibular para 2006. Tomara que tudo dê certo pra ela, pois pelo menos no domingo não deu quase nada certo:
- O Ônibus demorou muito devido a uma festa surpresa que houve em São Miguel paulista. Havia um palco enorme na avenida principal, e isso atrapalhou um pouco o trânsito
- Além de demorar muito, O Ônibus estava completamente lotado, pois todos que moravam em São Miguel queriam ir à USP leste.
- Chegando lá, minha irmã se dá conta de que esqueceu o RG em casa
- Não conseguimos ligar pra casa (pra pedir que alguém trouxesse o RG) pois meu irmão estava na internet (discada, diga-se de passagem...)
- O meu outro irmão que tem celular, e com o qual conseguimos falar, não estava em casa naquele momento.
- Depois de muito, muito, mas muito esforço mesmo, conseguimos falar com minha mãe ,que também tardou a chegar.
-A fila era Homérica ( ou seja,grotescamente grande)
-Começou a fazer frio
-Começou a chover
-Ao chegar em casa tive que preparar meu almoço às quatro da tarde, pois ainda tinha que ir embora pra Campinas no mesmo dia.
Ou seja, digamos que meu dia foi um tanto tumultuado posso assim dizer.
Nestes dias o cansaço é o que comanda minha vida. Tenho algumas provas pra fazer e muito pouco tempo e disposição para estudar tudo que preciso. Tenho que fazer alguma coisa. O que me consola é que um pouco do meu esforço foi recompensado, pois consegui tirar acima do que esperava numa prova de cálculo 3(esperava tirar em torno de 5 e tirei 7.5 !!! ).
Desculpem-me pela minha indolência e pelo jejum de tanto tempo, meus caros e amados leitores. I am back.
TODAS AS PESSOAS QUE AMO SÃO UM PEDAÇO DE MIM.
Gis Revido.
enviada por £oco(\/)orti§
26/08/2005 20:50
Apesar de apenas a minha namorada ler o meu blog, este será um dos posts mais longos que eu provavelmente já tenha escrito ultimamente. Bem, talvez nem tanto...

Se houvesse uma palavra agora para descrever como me sinto ultimamente, acho que a palavra seria LIMITE.
Claro que não me refiro ao limite do cálculo. Esse é bem teórico, o meu é mais prático. Sinto-me limitado numa série de coisas, a começar pela saúde. Às vezes sinto que meu pulmão diminuiu de tamanho, por causa da tuberculose. Qualquer esforço físico a mais pode ser muito cansativo. É muito ruim sentir isso. O mais duro também é ver que pessoas à sua volta comentam da sua vida pelas costas. É certo que há algum tempo eu já era alvo de comentários e olhares tortos,pela escolha que fiz em usar um cabelo comprido e colorido, unhas pintadas e ser um tanto excêntrico, mas o que se passa agora é extremamente ridículo. Algumas pessoas acham que uma simples tosse pode ser um sinal de tuberculose. Eu mesmo não tive tosse, antes de descobrir, mas sim dores muito constantes nas costas. E apenas descobri que estava doente por causa de uma febre muito grande. Isso sim me preocupou. Agora vejo meus dias ameaçados por um bando de vermezinhos que não sabem das coisas e preferem especular a quem não devem. Não desejo este mal (a tuberculose) a ninguem, assim como não desejo mal nenhum para esse tipo de pessoa que gosta de especular. Gostaria sim que elas viessem a mim e me perguntassem como as coisas são. Será que é tão difícil assim? Já não basta o mal-estar que os remédios me causam e as injeções que eu tenho que tomar ?
Muitas vezes tive vontade de chorar, e ainda choro por dentro, mas sinto que isso é um mal que ainda vai levar tempo pra curar.

Estou me sentindo muito mal, pois acabei, sem querer, esquecendo do aniversário do meu irmão. Provavelmente ele já deve ter perguntado para minha mãe se eu viria ou não, talvez na vã espera por um presentinho ou mesmo um simples abraço do tão querido irmão. Adoraria poder sair e ver como meu irmão cresceu, mesmo sendo ainda tão criança, tão inocente e tão tolo. Gostaria de poder dar um abraço apertado nele, e dizer que o amo como a um filho (que talvez eu não venha a ter). Eu queria tanto poder passar esse dia junto dele, mas tenho que ficar aqui, neste exilio. Sinto, às vezes, que não vou retornar à minha casa, realmente. Minha única consolação aqui é estar com minha namorada, de quem tanto gosto. Quem sabe ainda acabo indo pra sampa com ela quando pudermos.
Preferiria estar sonhando,para logo poder acordar deste pesadelo. Sinto como se eu nem levasse realmente a vida "feliz" que há tão pouco tempo eu sentia. Sinto como se todas as coisas boas fizessem parte apenas de um passado que jamais retornará. Realmente o passado não volta, mas queria sentir as mesmas coisas de antes, ou pelo menos algumas delas. Gostaria que realmente eu pudesse fazer as mesmas coisas de antes. Nem que fosse pelo menos algumas. Gostaria de ter a mesma esperança de outrora, e não uma mera complacência por mim mesmo...
Nem mesmo tenho vontade de escrever neste blog porque poucas pessoas o lêem. Confesso que é um afago em meu ego saber que "várias" pessoas o liam. Mas pior seria se eu não tivesse alguém para escrever.
Ai, que saudades tenho da vida que eu tinha...
Que pena tenho da vida que eu levo agora... talvez nem tenha total consciência dela, pois há muito tempo ando apático a muitas coisas. Este menino está finalmente virando um homem, deixando a esperança para trás, passando a ver a vida com os olhos tristes da verdade.
Depressão? Não, eu acho. Talvez uma leve e eterna tristeza, apenas. Sou demasiadamente moderado para isso... moderadamente chato para tudo isso.
GIS REVIDO
enviada por £oco(\/)orti§
10/08/2005 21:22
Olá mais uma vez, queridos amigos que visitam esta página.
Espero que os poucos leitores desta página não tenham me abandonado.
Sei que há muito tempo eu não escrevo, mas faltou-me ânimo e
criatividade...

- Ah, tudo bem Hugo, mas não enrola, vai, conta logo o que aconteceu e pára de encher o saco !!!!!
Tudo bem, tudo bem. Tudo a seu tempo.
As férias foram as mais paradas o possível. Descansei bastante, e mais
nada. Tentei aproveitar meu tempo com a minha família, que estava
ansiosa em ter-me em casa por pelo menos duas semanas ininterruptas.
Mas pouco antes de ir pra casa eu tive que cuidar de outra moléstia que
me perturbava, além da tuberculose : um outro começo de pneumonia.
Tomei alguns antibióticos e acho que tudo ficou bem no final. Tomei
meus remédios regularmente. Comecei a ler um livro que falava sobre
sete vampiros, mas não consegui termina-lo.
Depois das férias, o cansaço delas. Mal chego na UNICAMP e percebo que,
ao contrário de mim, os professores estavam bem entusiasmados para
começar as aulas, ou seja, as aulas realmente começaram, e com toda a
força, na primeira semana. O tempo para o estudo está bem restrito,
ainda mais porque este semestre estou com 32 créditos !!! Para quem não
sabe do que se trata, os créditos definem o número de horas de aula por
semana, ou seja, se eu estou com 32 créditos eu tenho 32 horas de aulas
semanais, e acreditem, é bastante coisa !
(afinal, ninguém tem obrigação de saber, pois nem todos que visitam esta página são alunos da UNICAMP).
Como se não bastasse, a tuberculose avançou um pouco. Os bacilos que me
infectaram ganharam resistência e agora terei que realizar outro
tratamento, que durará por pelo menos 1 ano, incluindo doloridas doses
injetáveis de Streptomicina.
- Nossa, Hugo, que horrível isso.
Concordo plenamente, querido e compreensivo leitor. Vai ser terrível
ficar por mais um ano privado de muitas coisas que eu gosto. Fico muito
triste em pensar essas coisas, e ainda mais porque a tuberculose
tornou-se novamente um perigo para a minha vida acadêmica. Percebi que
um dos remédios que estou tomando me dá um pouco de enjôo e náuseas.
Terrível. Qualquer lugar muito iluminado e branco me deixa incomodado.
Gostaria de poder exprimir tudo o que eu sinto fielmente para vocês,
leitores, mas até mesmo os sentimentos me escapam pelos dedos quando
vou escrever aqui. Repito: eu que queria tanto ser poeta, agora tenho
até a doença que matou muitos deles. Será que este será um aviso do meu
subconsciente de que devo escrever? Confesso que minha vida possuía um
sentido muito mais agradável quando eu escrevia aqui, já que por muitas
vezes escrevi coisas boas para mim.
Nesta hora eu gostaria que houvesse um consolo maior do que ter que
esperar... do que ser espetado 60 vezes no meu corpo todo... Mas por
hora a cura ainda tarda.
- Tomara que você logo saia dessa, Hugo !
Assim também espero, magníficos leitores. Agradeço a todos vocês por
acompanharem esta linha da história de minha vida. Devo admitir que ela
pode ter ganhado um pouco de emoção, mas particularmente, eu
preferiria outro tipo de emoção, já que agora sinto-me até mesmo
apático com certas coisas que me rodeiam... Ainda é muito difícil pra
mim.
GIS REVIDO...
enviada por £oco(\/)orti§
15/07/2005 20:49
Olá mais uma vez, pálidos pórficos. Finalmente as férias chegaram, mas ainda assim demorarei um pouco para mantê-los atualizados sobre a minha vida tão corriqueiramente estonteante. Meu computador está por demais quebrado, e creio que ficarei um tempo sem nele mexer. Por isso colocarei este post para que seja um mero consolo para tada a vossa senhoria tão respeitável.
Fiz a algumas provas nestas últimas semanas. Mas sinto dizer-lhes que fui bem sucedido em apenas duas delas (CÁLCULO 2 e QUIMICA ORGÂNICA). Nada mal para alguém que teve que arrastar por todo um semestre uma doença canastral como a tuberculose. Ainda sinto uma imensa fúria só em pensar em como esta lástima ainda me dói.
Certo dia, eu e minha dama planejávamos sair, para passar as longas horas penantes do dia juntos. No dia marcado, segui o corriqueiro ritual matinal para o encontro: afeitei-me, tomei banho, perfumei-me e coloquei meu fraque preferido. Tive que um pouco esperar, pois a carruagem por demais demorou. Estes cavalos de hoje em dia são todos imprestáveis. Depois de chegar ao local marcado, fomos junto à casa de saúde, pois precisava falar com a doutora que me atendia esta prístina enfermidade. Ao chegar à casa de saúde, deparei-me apenas com as paredes, pois ela não estava lá. Provavelmente se atrasara devido à algum cavalo imprestável, mas enfim, continuemos. Depois de muito tempo de espera, ela finalmente chega e depois de fazer alguns exames preliminares, disse-me que deveria ir a um outro médico, para que pedisse uma radiografia pulmonar para melhor avaliar meu caso. Eu estava enlouquecido, pois o dia rapidamente se passava à medida que íamos ao radiografo.
Depois de muitos erros (pois acho que a máquina devia ser levada ao condado para ser consertada) finalmente tinha minha radiografia e assim pudemos falar novamente com a doutora. Ela disse-me que poderia estar novamente com pneumonia. INFORTÚNIO MALDITO ! - pensei. Novamente estava impedido de galopar com minha amada dama. Sei que ela também sofria por mim. Oh, querido amor, não chore por mim ainda, basta apenas que eu chore por esta maleita.

Resumidamente, perdeu-se o dia ! Perdemos nossa querida cavalgada, pois tomamos o implacável destino que nos reservava a nos fadarmos ao conformismo de uma tarde no centro de saúde. Oh querida amada, sei que me perdoaste, mas ainda vou martirizar-me com estes pensamentos por algum tempo. Poderia envolve-la em meus braços, fitar-te bem de perto, sentir tua alvura, a pureza destes teus lábios famintos por amor, que não tenho dado a ti.
...
Viajarei, minha querida, minha amada Alessandra. Viajarei para longe de ti, á espera de que tudo isso possa mudar logo. Deixo aqui uma parte de mim, que sempre fará parte de ti, e que assim seja.
Não pedirei que não chore, contudo, pois sei que nem mesmo eu poderia resitir aos teus encantos de mulher a tentar-me os presentes dias que terei, pensando em ti. Sentirei-me incompleto, portanto, chorarei também.

Logo voltarei, minha amada, minha querida
Alessandra

enviada por £oco(\/)orti§
15/06/2005 18:07
Caros pálido pórficos,
hoje foi um dia completamente estranho, pois me senti incompleto. Hoje senti como se uma parte de mim estivesse faltando. Apenas não pensei tanto nisso porque eu tentei com certo afinco estudar uma matéria na qual estava atrasado. Espero que uma coisa possa realmente compensar a outra. Já que estive, hoje, sem a minha outra metade, espero que eu tenha realmente conseguido absorver um pouco de conteúdo acadêmico, pois estou precisando...

UMA PEQUENA NOVIDADE
Agora eu tenho um FOTOLOG também. O endereço é
www.fotolog.net/pale_porfy.
Tentei ser criativo quanto ao nome, mas acho que não obtive sucesso...
GIS REVIDO
enviada por £oco(\/)orti§
26/05/2005 13:51
Olá queridos amigos, mais uma vez venho aqui contar-lhes mais um pouco da atual jornada dos meus dias.
Provavelmente este post será curto, pois nada de muito interessante, significativo ou diferente está acontecendo.
Desde que descobri que estou com tuberculose tudo tornou-se um pouco mórbido e chato, já que estou privado de quase todas as coisas de que gosto. E como se ainda não bastasse ainda estava com uma infecção secundária (provavelmente uma pneumonia) e também anemia. Comecei a tomar mais um antibiótico, que, graças ao bom Deus, já parei de tomar. Depois que a infecção acabou, e juntamente com ela febres altíssimas que eu vinha tendo, descobri que meu sistema imunológico está meio baixo. Que coisa! Mal saio de um tormento e acabo entrando em outro. Ultimamente não consigo pensar muito bem sobre qualquer coisa. É como se alguém quisesse que eu ficasse assim, mas quem? Será que fiz algum mal à alguém sem saber? Gostaria de não acreditar nessas coisas místicas, digamos assim, mas ultimamente tem sido difícil achar alternativa cabível.
PENSAMENTOS

Às vezes prefiro acreditar que tudo nesta vida tem um motivo para acontecer, mas no meu caso, acho que ficarei pensando um bom tempo sobre o significado de tudo isso. Ficarei por muito, muito tempo matutando sobre tudo o que está acontecendo.
Mas, apesar de tudo isso, percebi que as coisas não estão ruins apenas pra mim. Muitas pessoas a quem amo estão passando por provações, assim como eu. É tão difícil não queixar-se de certas coisas. Alguns amigos meus perderam entes queridos este ano, outro acidentou-se, outros quase morreram, e por aí vai... Estou pensando agora, talvez nem seja nenhum caráter místico, mas sim o pesar do passar dos anos, que são tão cruéis conosco. O véu da juventude, que é tão cega, cai e então passamos a ver as coisas que antes não nos atingiam. As coisas que seriam impensáveis de acontecer passam a acontecer à nossa volta, em plena luz de nossos olhos tão acostumados com a meninice de outrora.

Talvez seja quando percebemos que pessoas vêm e vão a todo momento, mas nem sempre sabemos como, quando ou se elas voltarão algum dia. Não gosto de pensar nessas coisas. Gostaria de me esquecer delas e dizer à mim mesmo que tudo isso também não passa apenas de uma mera fase, que logo acabará. Mas, e se não for assim?
Não! É melhor parar por aqui mesmo, antes que me lembre de como tudo isso dói.
Minhas mãos doíam, e agora elas repousam na maciez deste teclado que traduz tudo o que penso.
Minhas costas doíam, de tanto tossir e tossir pelo bacilo (ou vacilo) que me maltratava, mas sinto que mesmo assim agora estou melhor.
Minha cabeça dói, mas isso não significa que eu não possa continuar... afinal, pensei que este post seria um dos mais curtos que escreveria, mas pelo visto não foi assim...
Se eu pudesse, relataria tudo que se passa comigo bem aqui, neste blog tão solitário, para que um dia eu pudesse reler estas mesmas páginas, que um dia eu mesmo escrevi, e pensar em tudo o que vivi, que passei; nas dores que chorei, nas alegrias que cantei...
Apesar de tudo estar um tanto obscuro, sinto que é algo que eu tenho que colocar aqui para que mais alguém por aí possa ver que também existe uma pessoa que pensa, sente e sofre, assim como ela...
Apesar de tanta escuridão, vivo para as pessoas que iluminam minha vida, pois sem elas eu seria apenas um mero ser solitário - como todos são de vez em quando que nada teria a oferecer a mais ninguém, a não ser a si mesmo...

Amo a todos aqueles que me fazem enxergar quando estou cego
Que me fazem rir quando quero chorar
Que me fazem ser forte quando estou fraco
Que me consolam quando perco as esperanças
Amo a todos que fazem e que, de alguma forma, fizeram parte de mim algum dia, e espero que aqueles que um dia se foram, ainda possam voltar para que possamos contar sobre tudo que aconteceu nesse tempo em que estivemos separados
(essa última passagem escrevo à todos os meus amigos que, por algum motivo, cruzaram outro caminho na estrada da vida. Espero um dia reencotrá-los).
Nem preciso dizer a quem dedico estas linhas... pois quem ler se identificará.
Sei, sei, estou emotivo hoje, mas não se preocupem, é um estado passageiro...
A QUEM AMO DOU MEU CORAÇÃO
A QUEM ODEIO, DOU MEU PERDÃO
GIS REVIDO
enviada por £oco(\/)orti§
26/04/2005 14:05
Tá bom, tá bom, eu sei que mereço um puxão de orelhas por não ter dado mais nenhum sinal de vida, mas digamos que ela anda meio "ocupada" ultimamente. Ultimamente minha vida está se resumindo à estudos, remédios e muito descanso.
- "Remédios?", me perguntam vocês
- Sim, remédios! - eu respondo.

É caro leitor. Há algum tempo deves ter desfrutado de uma linha ou outra que fosse boa de algum poema meu perdido por aqui. Pois é, agora sofro do mesmo mal que os poetas do século dezenove. "A moléstia que não perdoa". Eu, que tanto queria ser poeta, não esperava sofrer do mesmo mal que em uma época matou a tantos sábios escritores. Sim, caro amigo, estar com tuberculose não é muito fácil. Pra mim ainda é muito difícil saber que estou doente e que minha vida terá, a partir de agora, algumas privações. É uma coisa muito ruim. A única coisa que me consola é saber que não vou morrer. Quer dizer, ao menos não vou morrer disso.
Agora há pouco eu bancava o papel de leitor deste blog e li algumas das linhas que há muito tempo escrevi. Por um momento eu chorei, pois algumas daquelas linhas foram escritas com alguma vontade, com alguma criatividade (assim espero)... Comparei a minha escrita triste de agora com a de outrora. Sentia um prazer maior em escrever, mas sinto que não é apenas meu corpo que está doente, mas também minha alma está muito ferida. Nem mesmo a doce Lua da escura noite pode acalentar-me, pois sequer posso agracià-la como eu fazia, já que devo evitar rajadas de vento.
Gostaria muito de poder postar algum poema bonito ou alguma coisa engraçada ou inspiradora, mas meu atual estado não permite este desejo banal.
Por hora é só, pois tenho que voltar às minhas atividades...
Apenas escrevi para não deixar algumas coisas passar em branco ou não serem "computadas" aqui.
GIS REVIDO
enviada por £oco(\/)orti§
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