19/01/2006 14:45
Olá querido leitor.
Sei que este blog está ficando cada vez mais escasso dos textos que eu escrevo.
Sei também que já tem um bom tempo que eu não componho nenhum poema ou mesmo um pseudo conto que seja. Quanto à isto, bem, vou compor alguma coisa quando estiver inspirado... ou seja, estou fadado a escrever bem menos do que eu esperava.
Mas vamos logo parar com a conversa mole, não é mesmo?
Mesmo estando no dia 19, quero desejar um feliz ano novo a você, querido leitor e amigo, que pôde desfrutar por alguns instantes dessas palavras que te escrevo com tanto apreço.

Assim como eu planejava, acabei passando o Reveillon (vulgo Heavyon) em Campinas, ao lado da minha querida Alessandra. Certas vezes odeio criar expectativas, pois normalmente elas não se concretizam. Não foi exatamente o caso.
Depois de um tumultuado natal, vim para cá (Campinas) no dia 28 de dezembro, para poder acompanhar a cerimônia das Bodas de Ouro dos avós da Alessandra. Ela estava linda, com aquela roupinha negra de chinesa. Tudo correu muito bem. O ponto alto da cerimônia foi quando projetaram na parede da Igreja uma sessão de fotos do casal em questão, em que brevemente se contava uma história de vida. Foi edificante e muito bonito. Vi lágrimas rolarem dos olhos do avô da Ale. Depois disso vieram os agradecimentos e todos que estavam na cerimônia foram embora.

No dia seguinte, dia 31, acordei bem tarde... Tive um sono merecidíssimo, já que eu chegara bem tarde em casa, na noite anterior. Passei a tarde preparando as roupas que eu iria vestir, assim como o meu almoço e outras “coisas de casa”, já que a minha carona ao estúdio do William viria mais tarde, por volta das 7 horas. Essa carona seria dada pela Agnes.
Depois de tudo feito, minha carona veio, como combinado, e nos dirigimos à casa da Ale, conversamos um pouco e então pegamos nossa ceia e partimos rumo ao estúdio Arte Viva.
Depois de algumas sessões de “Looks could kill” e de termos estacionado o carro, levamos todo o conteúdo do carro para o estúdio e começaram sem demora os preparativos para a nossa festa. A mesa estava farta e bem decorada com dois candelabros e velas. Tudo muito simples, porém bonito.




Depois de chegarem os outros “posers”, com exceção da Josy, que não veio por causa da chuva, começava a festa por volta das nove horas. Foram músicas e músicas atrás da outra: Franz Ferdinand, Robie Zombie, Marilyn Manson, 80`s... Instantes depois, chegavam mais pessoas (que não me eram todas conhecidas, diga-se de passagem) que puderam compartilhar de nossa humilde festa.
Passam as horas e depois de um gole ou outro, os efeitos alcoólicos começam a aparecer. Não para mim, evidentemente, já que estou tomando antibióticos, mas sim pelos que chegaram depois. Houve gritos, delírios e muita, mas muita dança, desde dança russa à Can-can e até mesmo dança do ventre masculina.
...
Depois da meia noite e de vários abraços sinceros, que desejavam um feliz ano novo, os recém chegados tinham ido embora, e os que ficaram, bem, ficaram a conversar por algum tempo e a assistir um DVD do Jackass. Risos e mais risos vieram. Desnecessário dizer.
...
Eram 6 da manhã quando fomos embora Agnes, Alessandra e eu, deixando para trás boa parte das guloseimas que trouxemos: um tender intocado, um chester praticamente inteiro e um pannetone fechado na caixa e um outro pela metade.
Às oito eu já estava em casa, desfrutando de um sono solitário, já que os outros moradores de minha casa estavam fora.

Em resumo, não fiz nada de muito diferente nesse Reveillon, mas esse foi um dos mais legais que eu tive. Mesmo não vendo os fogos de artifício brilhando no céu, pude ser uma estrela nos céus daqueles momentos tão maravilhosos que pude passar ao lado da minha linda namorada.




O resto é história e muito, muito descanso...


enviada por £oco(\/)orti§






Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)